31 março 2008

o que muda (para pior)

Pois é, hoje é segunda-feira, aquele dia em que eu costumo chegar aqui com lindas mensagens para levantar a moral ao pessoal. Mas desta vez não vai dar, lamento imenso. É que hoje vejo o lado negro da maternidade - e não o lado solar, o meu filho. E o lado negro não é só a falta de tempo para mim, o meu ar simultaneamente escanzelado e mole, a minha barriga que não voltou a ser a mesma, as pequenas rugas à volta dos olhos (mas essas são de tanto sorrir). O lado negro é sobretudo o da imbecilidade. Quem daqui sente que ficou mais estúpida depois de ter um bebé? Eeeeeu.

27 março 2008

sem notícias

É como eu ando, basicamente. Eu sei que vocês choram baba e ranho quando chegam aqui ao burgo e não há novos posts mas não tenho tido grandes novidades e continuo com muito trabalho. O Guguinha está óptimo, se bem que cada vez mais fiteiro. Agora gosta de apagar a luz do quarto e fugir a correr até se estatelar no chão e chorar, muito ofendido. Pronto, é com este tipo de sujeitos desregulados que eu convivo no dia-a-dia. Com este e com outros, infelizmente desregulados mesmo a sério, com quem trabalho...

Até breve e beijinhos para todos (vou tentando visitar-vos e comentar-vos sempre que possível).

22 março 2008

páscoa

Hoje vou dar uma grande (e mórbida) volta até chegar ao título do post. Só para avisar.

Para alguém como eu que, felizmente, não tem vivido a perda de muitas pessoas queridas, a morte ainda não é uma certeza. Isto é ridículo, mas ainda não acredito muito na minha própria finitude. Contudo, vou acreditando cada vez mais quando reconheço que já não sou jovem. E isso percebe-se quando os jogadores de futebol e as top-models são todos mais novos que eu. Quando as figuras públicas começam a ser da minha idade. Quando toda a gente me trata por "senhora" apesar de me vestir de forma bastante informal. Quando penso que me visto de forma "jovem" e depois reconheço que já vou a léguas da moda. Quando ouço músicas dos "meus" anos 80 e sinto tantas saudades dos intervalos das aulas do liceu, das pastilhas elásticas, dos disparates, dos sonhos da adolescência.

Mas tudo isto é uma nostalgia doce e não me importo de já ser "crescida" e de ir começando a envelhecer. Porque sou imortal. Tenho um filho que, se Deus quiser, irá levar um pouco de mim ao mundo quando eu já cá não estiver. Mas, acima de tudo - e agora, sim, chegámos à Páscoa - acredito que a morte não será o meu fim porque há Alguém que me ama tanto que se entregou por mim, e por todos, para que eu viva para sempre.

Boa Páscoa para todos :)

21 março 2008

olá primavera!

foto retirada

É bom ficar em casa quando o sol brilha, Lisboa está deserta e podemos passear muito!

19 março 2008

previsões para os próximos dias

Se o tempo estiver bom a valer: Algarve.

Se o tempo não estiver bom a valer: Casa (+ Lost, + comida japonesa).

A avaliar pelo dia de hoje, já sinto o saborzinho do wasabi na boca...

17 março 2008

regresso à normalidade

É tão bom voltar a levantar-me de manhã e ir acordar o filhote com miminhos e um biberão de 270 ml de leite morninho. Depois, estar ali aqueles minutos com ele bem enroscadinho em mim, a acordar ao seu ritmo. E arranjá-lo nas calmas, levá-lo para a escola e vê-lo a olhar para tudo com a curiosidade que só um bebé de um ano tem. Isto, a seguir a um fim-de-semana em que passeámos e brincámos muito, faz com que seja mesmo indiferente se é ou não segunda-feira.

Uma óptima semana (santa) para todos :)

12 março 2008

1 ano

"Tu és o meu Filho muito amado; em ti pus o meu encanto." (Lc 3, 22)

foto retirada

Faz hoje um ano que tive aquele que foi não o dia mais feliz - porque esses foram todos desde então - mas o mais importante da minha vida.
Hoje é o teu primeiro aniversário, meu querido filho, e gostava de apagar todo o ruído à nossa volta para ficar só a amar-te. Ter-te meu. Ficar em silêncio a beber do teu riso cristalino, a acompanhar os teus pezinhos apressados (que são os do teu pai), a afagar os teus cabelos (que são os meus) e a reconhecer nesta pequena criança o recém-nascido das 17h43 do dia 12 de Março de 2007, agora 8,5 kg mais pesado e 25 cm mais crescido. Reconhecer o indivíduo que já é muito mais do que a herança da mãe e do pai, é um ser único por si próprio, uma pessoa novinha em folha no mundo. E o mundo está muito mais bonito desde que tu chegaste, filhote.
Para mim serás sempre perfeito. Para mim serás sempre lindo e encantador. Não estou a exagerar quando digo que toda a minha vida terá valido a pena só por te ter tido comigo. Espero que assim possa ser por muito tempo. E não há muito mais que possa dizer porque todo o meu ser grita o amor eterno e incondicional que sinto por ti.

11 março 2008

12 meses

(umas horas antes)

Filho, este mês passou num ápice, na antecipação do teu aniversário e no remoinho da minha vida profissional de pernas para o ar. Espero poder gozar-te mais daqui em diante.
Agora que dominas a marcha, ganhaste muita capacidade de concentração, o que se traduz na aprendizagem de mais gracinhas e no empenho em descobrir pequenos mistérios como o que está por trás das portinhas dos teus livros. És capaz de te dedicar por longos tempos a cada brinquedo e já compreendes mesmo os conceitos de forma e dimensão dos objectos. Também gostas de parar para explorar o teu corpo (fazes festinhas nas tuas pernas, na barriga, viras as mãos) e o dos pais - já descobriste que somos mais do que caras e mãos, também temos peito, pescoço, pernas, costas e uma série interminável de coisas para beliscar, puxar e morder.
Continuas a palrar decidida e continuamente mas acho que vais demorar a falar mesmo a sério. Este mês, ouvi-te a pedir pão por três vezes e o papá diz que disseste cão (mas normalmente só ladras). Gostas de observar a nossa reacção a tudo e fazes malandrices com o nítido intuito de nos testar. Por outro lado, já consegues dar-nos as coisas quando tas pedimos, mas claro que ficas ofendidíssimo quando te tiramos algo de que não queres prescindir. É mesmo próprio da idade, não é Guguinha? E nós lá vamos fazendo um esforço muito grande para não nos rirmos e para mantermos a cara séria quando começa um esboço de birrinha.




É também aqui que terminam estes relatos mensais. Tiveram o seu sentido no seu devido tempo, como tive oportunidade de justificar, mas já está na hora de devolver plenamente este blogue ao seu objectivo inicial, o de permitir-me partilhar opiniões acerca de tudo e de nada. Evidentemente que o meu filho terá sempre espaço aqui mas o tempo do gralha dixit como beibiblogue está definitivamente encerrado. Espero que achem que vale a pena continuar a lê-lo.

03 março 2008

post para mim

É bom recordar-me, mesmo que seja por maus motivos, que não me arrependo do rumo académico e profissional que dei à minha vida. Isto porque (sempre e para sempre)

ODEIO NÚMEROS

E (sempre e para sempre)

ADORO PALAVRAS

E espero que as palavras voltem a ter mais peso em breve, porque eu não nasci mesmo para o vazio de sentido da contabilidade. Mesmo que continue pobrezinha até ao fim dos meus dias. Mesmo que nunca mais possa viajar o que me apetecer. Mesmo que não possa comprar livros cada vez que entro numa livraria. Mesmo que não possa ter quatro filhos como me apetecia.

27 fevereiro 2008

voltamos já

Meus senhores e minhas senhoras, voltamos em breve, quando houver notícias de relevo.
(pronto, agora começa o boato de que estou grávida - não, lamento, vou só começar uma formação em simultâneo com trabalho extra pelo que não há tempo nem para meia dúzia de caracteres bloguísticos)

Fiquem bem e até já :)

26 fevereiro 2008

junk mail: uma breve análise sociológica

Já quase toda a gente postou sobre este assunto mas acho que está na altura de dar o meu contributo profissional. Para quem nunca percebeu para que serve um sociólogo, é isto: para fazer assim umas afirmações sobre quase qualquer coisa, de preferência apoiado em estatísticas, entrevistas, inquéritos ou outro tipo de documentos (normalmente não nos arriscamos pelos campos da física quântica - excepto eu, que casei com um físico e portanto também percebo do assunto por osmose).

Vejamos uns exemplares acabadinhos de sair do forno (ou seja, da minha caixa de correio de hoje):

"Don't be the guy the girls laugh about in the bathroom because you have a small one." (Este chegou em duas mensagens diferentes. O destinatário do junk mail é nitidamente o cidadão do sexo masculino que se sente alvo de chacota do mulherio.)

"Don't let her sleep with other men because she's not satisfied with your performance." (Também veio em duplicado. Pior do que ela andar a contar às amigas que o pirilau do legítimo é modesto é andar enrolada com outros, obviamente!)

"Don't just make her moan, make her moan so load that she wakes the neighbours up." (A reprodução social do preconceito que as mulheres fingem satisfação. Ou então é mesmo uma nova ferramenta para incomodar os vizinhos - a nós, isto dava-nos jeito)

"My neighbours have been complaining Sharon moans too loud when we make love every night now." (Atentem no indisfarçável orgulho deste homem. Incomodar os vizinhos é pouco, eles têm de vir queixar-se!)

"After taking this and putting on 3 inches, your girlfriend will not be able to take her hands off you." (Acabaram-se os rodeios: o problema está mesmo no tamanho. Quais performances, quais meiguices, ela precisa é de mais 3 polegadas para os vizinhos se virem queixar)

"Voted the most effective male enlargement supplement product by MYSPACE users." (É pá! Também querem apelar ao sentido democrático do cidadão. Este produto não só é bom como foi sujeito ao escrutínio do povo e a maioria deu-lhe o aval - por esta hora, já há muitos vizinhos a fazer queixa à polícia)

E fico-me por aqui porque os outros já eram demasiado ordinários para constar num blogue tão pacato. Mas agora a sério: os senhores do pseudo-marketing que produzem esta lixeira traçam um interessante perfil do internauta, o de um infeliz com a sua vida sexual que acredita que a solução dos seus problemas está no aumento do dito cujo. A resposta ao porquê deste perfil é que dava para uma tese de doutoramento.

25 fevereiro 2008

nostalgia II

Acordar a cada manhã, fazer-te uma festa através da barriga - ainda estavas a dormir quando eu acordava - e tentar adivinhar se seria naquele dia que ias nascer. Imaginar-te calmo, sorridente, feliz. Era assim, há um ano. Só que tinha calor e subia as escadas devagarinho.

22 fevereiro 2008

rufia

Nunca pensei dizer isto - sobretudo numa fase tão precoce do campeonato - mas o meu filho está a tornar-se um rufia. Note-se bem que não digo isto com nenhuma satisfação ou orgulho mas sim com surpresa e um grande "e agora?" plantado na testa. Digamos que a forte interacção do Gustavo com os colegas da creche passou a ser uma interacção... à força! Já não bastava roubar-lhes as chuchas, agora rouba-lhes comida, puxa-lhes os cabelos, empurra-os... Nunca pensei que um bebé de 11 meses já começasse a fazer destas coisas! E o que é que eu posso fazer? Se fosse em casa tentava evitar estas situações e, quando acontecessem, fazia-lhe cara séria e dizia com firmeza que isso não se faz (que é a única coisa que se pode fazer a bebés tão pequeninos, que ainda não compreendem o que estão a fazer). Perguntei às educadoras o que elas faziam mas não fiquei muito tranquila com as respostas ("é normal", "sim, nós dizemos para não fazer", "se não fosse ele era outro")... Não quero que o meu filho comece já a aproveitar-se da sua dimensão para passar por cima dos outros e nem quero imaginar receber um telefonema a dizer que outro menino se magoou por causa do Gustavo :(
C'os diachos, do que ele se foi lembrar agora!

(mas já vão 4 semanas sem faltar à creche por doença! Obaaaa!)

Adenda: isto faz-me sentir especialmente mal porque eu própria era um bocadinho rufia em pequena (e não só) e fico a achar que é culpa dos meus genes. Pois.

20 fevereiro 2008

férias

É fácil de perceber que estou mais que precisada de férias. A questão nem é tanto o descanso, é mesmo a praia e o sol - o sol! o que eu preciso de sol! - e tudo aquilo a que tenho direito: caipirinhas, cheiro a creme protector, banho ao fim da tarde, um pezinho de dança. Tenho direito a essas coisas, olaré se tenho. E vou ter, por alturas do meu aniversário. Então, por que é que não estou mais entusiasmada? Porque o Gustavo não vai connosco.
É verdade que o sítio para onde vamos não garante todas as condições de segurança para um bebé de pouco mais de um ano. É verdade que andaríamos em volta das rotinas dele, que não poderíamos fazer tanta praia, que teríamos de nos deitar sempre a horas de bebé. É verdade que todos os casais precisam de tempo a dois - e nós até na Lua-de-mel levámos o Gustavo (embutido de 7 meses). É verdade. Mas custa-me muito não o levar (ainda que ele fique bem entregue aos cuidados de 2 pares de avós). Vou ter muitas saudades. Vou pensar nele quase o tempo todo. Vou estar na praia a matutar se estará outra vez com tosse ou se não o estarão a estragar sempre ao colo, a amparar-lhe as birrinhas. A vantagem é que contar os dias para o regresso não será um exercício deprimente, como era costume. Vá, mães galinhas, digam que me compreendem.

19 fevereiro 2008

nostalgia I

Por esta altura, há um ano, 11h da manhã eram sinónimo de um chocolate (depois de passarmos a fase das sandes de fiambre ao lanche). Eu engolia mais do que saboreava e tu dançavas contente na minha barriga. O chocolate agora já não tem tanta graça. E tu, qualquer dia, voltas e prová-lo, desta vez pela tua própria boca.

18 fevereiro 2008

um dia amarelo intermitente

Hoje está uma segunda-feira tão segunda-feira que não podia ser mais segunda-feira. Só se fosse o primeiro dia depois das férias e eu não tivesse trazido botas altas e guarda-chuva. E se tivesse escorregado numa poça. De resto, não podia ser mais segunda-feira do que isto.
Meditando sobre o assunto, penso que não está um dia cinzento - está, sim, um dia amarelo intermitente. Amarelo como os semáforos que piscam ao longo das ruas de Lisboa. Amarelo como os quatro piscas dos automóveis atolados por todo o lado (vá lá que o meu fiel Ferrari conseguiu vencer a intempérie). Amarelo como o meu sorriso aos outros condutores que apitam insistentemente, como se assim resolvessem alguma coisa. Amarelo, sobretudo, como a luz do sol que é a alegria imbatível do Gustavo, apesar de tudo. Consegui levá-lo à creche sem que apanhasse uma gota de chuva na cabeça. Hoje, isso basta-me. Boa semana :)

16 fevereiro 2008

imitações

Bem me lembro, em pequena, de o meu irmão (mais novo que eu 6 anos) andar atrás de mim e fazer tudo o que eu fazia. Se eu dizia mata, ele dizia esfola. Se eu não gostava de queijo, ele também decidia que aquilo não prestava para nada - apesar de, na verdade, se pelar por um bom Camembert.
Nos dias de hoje, saio à rua com o cão e o Gustavo - se o Matias ladra, o Gustavo ladra.

14 fevereiro 2008

uma vida fixe

Se eu pudesse optar por uma vida fixe deixava-me de números e contas e facturas e trabalhava como freelancer em casa. Passava meses em bibliotecas, savanas, cafés, desertos e ruas a fazer pesquisa e depois escrevia à noite, no escritório da minha casa fantástica com vista sobre a falésia. Depois de deixar os filhos na escola pegava nos cães e íamos para a praia apanhar umas ondas. Era sempre Verão. Depois do almoço fazia uma grande sesta e ia buscar a criançada para irmos dar grandes passeios, de botas na lama (apesar de ser sempre Verão), visitar museus, brincar às escondidas, inventar canções e, à noite, contar histórias no terraço, com a lua cheia e as cigarras a cantar. Pronto, era assim.

12 fevereiro 2008

11 meses

Apesar da perene constipação, acordaste com um sorriso por entre a chucha e puseste-te logo aos saltinhos na cama. Obrigada por seres este encanto há 11 meses filho! Continuas a sorrir muito com as tuas 6 dentolas, mesmo que - e por muito que me custe - estejas a ficar rezingão. Quando a comida demora, se estás aborrecido, se tenho de te aspirar o nariz, já sei que vais espernear, encavalitar-te, gritar e fazer que não com a cabeça. Esta parte de ser mãe não é nada divertida, filho, mas nós vamos sempre ser firmes porque a última coisa que queremos é um menino caprichoso...
Felizmente, ainda são muitos mais os momentos de encanto. Como quando resolves apagar a luz e ficar caladinho a ver o que fazemos; quando brincas às escondidas connosco e até com o Matias e fazes um "cúcú!" que soa mais a "cácá!"; quando ligas os teus brinquedos e já compreendes os mecanismos, sendo capaz de ficar tempos infinitos a atirar a bola saltitona só para a ver brilhar (e chamas-lhe "gol"); quando imitas o cão, o galo e o pato durante as músicas que ouvimos juntos; quando chamas "mamã" ao meu pai (realmente sou parecida com ele...); e, sobretudo, quando te dão os ataques de meiguice e me dás abracinhos bons e chapadinhas de amor - hoje fizeste-me as primeiras festinhas de verdade...
Quanto à alimentação, continuas o maior dos gulosos e já comes tudo sólido. Estou desejosa que faças 1 ano apenas para podermos todos comer a mesma comida (a mamã agradece ter menos trabalho na cozinha e tu agradeces os sabores novos, de certeza!). Continuas é a não tocar numa pinga de água, vamos lá a ver se é quando começar a fazer calor.
Continuas também a ser um menino muito sociável, nisso sais mesmo ao papá. Adoras bebés e crianças mais crescidas, queres ir brincar com todos os que vês na escola, na rua e na televisão. Estou desejosa de poder dar-te um(a) maninho(a)!
E, claro, a grande conquista deste mês foi mesmo a marcha. É assustador e impressionante ver um menino pequenino (matulão!) a andar por todo o lado, a dar as ocasionais quedas e a nunca deixar de se pôr logo de pé. Sei que vais ser destemido (e perigoso!) e espero que toda a vida tenhas essa vontade de descobrir tudo sem desistir apesar das dificuldades. És o meu filho lindo, Guguinha!



11 fevereiro 2008

está aberta a época da nostalgia

Olhar para o prazo de validade de um bolo - 12 de Março de 2008 - e vir a lagriminha ao canto do olho.

Boa semana para todos! A minha vai ser longa: trabalho chato, homem no estrangeiro, Gustavo de novo constipado e, o pior de tudo, ter de esperar por 2ª feira da próxima semana para ver o 3º episódio da 4ª série dos Perdidos (ah pois é, já começou nos EUA!)

Beijinhos