17 dezembro 2010

que é para não estar sempre a dizer mal dos americanos

O meu coração empedernido, rochedo inderretível de mistérios insondáveis, derreteu-se hoje quando uma das minhas colegas do trabalho de que me despeço me estendeu um embrulho com toda a simplicidade. Abri: um livro. Um livro dela, que ela leu e, pelo que conheceu de mim nestes breves meses, achou que eu ia gostar. Não me podem oferecer nada melhor do que isto. Saber que toquei alguém, que essa pessoa me conheceu um bocadinho de verdade, e que vai lembrar-se de mim. É capaz de ser extremamente lamechas da minha parte, mas acho que essa é a minha noção de humanidade.

7 comentários:

I. disse...

Oh! Eu desfazia-me, a sério, que coisa linda.

A mãe que capotou disse...

Tás a ver, tás a ver ?
Os americanos são assim.

A mãe que capotou disse...

Espera lá ... por acaso não é um livro do Paulo Coelho, não ?

Vera Dias António disse...

Bonito!

Precis Almana disse...

E é dessas (aparentemente pequenas) coisas que a vida é feita.
Não me esqueço de uma prenda que uma amiga recente me ofereceu no meu aniversário e que é "a minha cara". O mais lindo? Foi feita por ela.

gralha disse...

AMQC: LOLOLOL! Por acaso não. Mas falaram-me dele quando disse que era Portuguesa e tive de responder com o sorriso 54 que não é bem a minha onda :P

Melissinha disse...

Eu gosto dos americanos!