31 julho 2012

(também) é para isto que servem as férias

Depois do pequeno aperto de coração ao receber um relatório da escola que elogia, elogia, mas anota que ele "é uma criança insegura", não há nada melhor do que acordá-lo (após uma semana de mergulhos, body-board, novos amigos) e ouvi-lo dizer que sonhou que estava a receber uma medalha de ouro olímpica. Tenho a certeza que pode tornar-se realidade, meu amor.

11 comentários:

Naná disse...

Aquilo que os demais podem encarar como insegurança pode efectivamente não o ser.
Não podemos é deixar que eles acreditem na percepção que os demais têm sobre eles!

Carla R. disse...

Eu vou fazer claque. Qual era a modalidade, para estar atenta ?

gralha disse...

Naná, a verdade é que é. E é a prova que os genes têm muita, muita força.
Carla, ele sonhou que era na natação mas eu estou a fazer algum lobby pelo remo. Pelo sim, pelo não, torce pelas duas, por favor.

Melissinha disse...

delícia :)

Melissinha disse...

Aqui em casa, pelos mesmos motivos genéticos, a cria padece do oposto. Está numas de que sabe voar.

gralha disse...

Melissa, que sorte! Isso, amor e uma educação sensata fazem um adulto 5 estrelas, é garantido.

Ana C. disse...

Odeio relatórios de escola.
Faz o favor de lhe dizer que a medalha de ouro será dele :)

Melissinha disse...

Odeio relatórios de escola (2).

O do meu acaba com um - prepara-te - os pais têm de deixar de tratar o Gabriel como um bebé, está muito preguiçoso e assim não se desenvolve.

Melissinha disse...

Também reclamaram de ele não dizer o próprio nome quando lhe perguntam e não gostar de cantar sozinho.

gralha disse...

Agora percebo o plano do homeschooling, Melissa :)
A verdade é que os relatórios dos meus são muito terra-a-terra e ajudam-nos a ter outra perspectiva dos nossos filhos. Mas isso sou eu, que adoro a escola onde eles andam.

Ana C., digo, digo. Às vezes pergunto-me se a minha ultra-alta-confiança não será até um maremoto de apoio, se calhar contraproducente...

ouvirdizer disse...

Cá em casa o grau de confiança deles é o aposto ás idades. Bem, o do meio fica na mesma posição.
A coisa dos genes tem muito que se lhe diga. Penso que o facto de termos noção disso pode dar uma ajuda.
Quando me lembro de, na escola, saber as respostas e não levantar prontamente o dedo por insegurança/timidez e vejo o mais velho a fazer o mesmo... é ir á psicologia e ao coração, muito ao coração, ajudá-lo a ganhar confiança. A Educadora viu isso também e diz que no final do ano já lhe parcecia diferente. Agora, com a entrada no 1.º ciclo... vês os meus medos...
No teu último comenário... também tenho medo de ser contraproducente.
A ver vamos, a ver vamos!